• Todos
  • Design Gráfico
  • Marketing Digital
  • Mix De Marketing
  • Remarketing
  • Web Design
  • Default
  • Title
  • Date
  • Random
VEJA MAIS CASES hold SHIFT key to load all load all

Assim como fez com o Snapchat, quando lançou o Stories, o Instagram acaba de criar mais uma solução para tentar derrubar outro concorrente. O anúncio da criação do Reels é a principal arma da rede social de Mark Zuckerberg para competir com o fenômeno Tik Tok, aplicativo em destaque desde o fim do ano passado e que se consolidou na pandemia Covid-19, com o aumento do consumo de conteúdos online. Evolução do "Cenas", uma ferramenta de testes do Instagram, o Reels mira no público jovem atraído pelo concorrente, mas, até o momento, foi liberado apenas para três países: além do Brasil, apenas usuários da Alemanha e França podem experimentar a nova ferramenta.

Com a mesma proposta de vídeos curtos do Tik Tok, o Reels permite que os usuários gravem e editem materiais de até 15 segundos, utilizando variados cortes e com a possibilidade de incluir recursos criativos, como áudio e efeitos. Seus "Reels" podem ser compartilhados tanto nos Stories quanto no feed, quando o perfil é fechado. Em caso de conta pública, a função fica disponível à visualização no "Explorar" para usuários dos países onde a função já foi liberada. De acordo com o comunicado do Instagram, o "Reels permite que você se expresse e ao mesmo tempo crie conteúdo de entretenimento, seja testando uma dança divertida com os seus amigos ou dividindo mensagens sobre temas importantes para você com uma audiência global e diversa".

Como criar com Reels

Para começar a utilizar a função, atualize o seu aplicativo do Instagram para a versão mais recente. Feito isto, selecione a função Reels, que fica na parte inferior da câmera do Instagram, para ter acesso às ferramentas de edição criativa, localizadas à esquerda da tela. Para gravar o Reels, existem algumas opções que vão desde registrar uma série de vídeos, um por vez ou todos de uma vez, bem como fazer uploads da galeria do smartphone. Para adicionar áudio, utiliza a ferramenta biblioteca de músicas do Instagram ou mesmo o áudio original gravado no Reel. 

Vale ressaltar que, ao gravar um áudio no Reels em uma conta pública, ele fica disponível à utilização de outros usuários, embora o registro seja atribuído a você, como autor. Para efeitos de realidade aumentada, selecione a função na biblioteca de filtros da rede. Já com o temporizador e contagem regressiva, você pode definir o tempo utilizado para a gravação de cada trecho, com o "mãos livres". Já a função "alinhar" faz com que objetos do trecho anterior sejam otimizados no próximo vídeo, permitindo transições perfeitas, como trocar de roupa ou adicionar novos amigos ao seu vídeo. Por último, ajuste a velocidade para acelerar ou diminuir o tempo do vídeo ou do áudio selecionado, bem como criar vídeos em câmera lenta.

 

Após um vai e vem, que contou com o adiamento e depois foi revisado, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) -   lei que tem como objetivo regulamentar empresas públicas e privadas quanto ao tratamento de dados pessoais de clientes e usuários - entrará em vigor em agosto deste ano, como era previsto inicialmente. No entanto, mesmo com a iminência da Lei, as multas somente serão aplicadas um ano após, em agosto de 2021, o que não muda o fato de que as empresas precisam se adequar, com urgência à LGPD. É o caso do Facebook, que informou o respeito à LGPD, e já começou a exibir avisos sobre uso de dados de seus usuários, como informou a executiva do Facebook, Paula Vargas, Head de Políticas Públicas de Privacidade para América Latina.

Após pressão popular, mais de 650 empresas suspendem anúncios na rede social em adesão à campanha Stop Hate For Profit

Muito repetida por conservadores, a frase “quem lacra, não lucra” precisa ser revista ou, ao menos, receber um complemento para ter sentido. Isso porque o discurso de ódio também entrou na lista do “repúdio capital”. Após o lançamento da campanha Stop Hate For Profit ("pare de dar lucro ao ódio"), que acusa redes sociais como o Facebook e Instagram de omissão diante a proliferação de discurso de ódio na internet, mais de 650 marcas decidiram suspender anúncios na plataforma, de acordo com o site movimento. 

O famigerado "novo normal" ou, em outras palavras, o que se espera do mundo após a pandemia da Covid-19, ainda é uma incógnita em diversas áreas. Uma delas é o mundo dos negócios, um dos mais impactados pelo isolamento social, tanto para o impulsionamento das vendas quanto para o declínio delas, dependendo da adaptação das marcas à Era Digital do consumo. De acordo com informações da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), nunca se vendeu tanto por e-commerce no país. Prova disto é que, durante a pandemia, nada menos do que 107 mil lojas abriram versões online de seus negócios.

Após ter publicações bloqueadas no Twitter, Facebook e Instagram, sob alegação de violar regras das redes ao publicar conteúdos considerados “enganosos ou prejudiciais”, o presidente Jair Bolsonaro seguiu os passos do movimento iniciado pelo chefe de governo dos Estados Unidos, Donald Trump e aderiu à Parler, rede social que vem atraindo a atenção de conservadores do mundo inteiro. Com um discurso de liberdade de expressão e contra a censura de publicações políticas, a plataforma estadunidense, criada em 2018, surge agora como alternativa para governantes disseminarem seus discursos, sem interferência, para os seguidores.

O que nossos clientes estão falando?

  • "Minha experiência é a melhor possivel. O atendimento é impecável!!!"

    star5

    Laura Ganon

    CEO - Fink Mobility

  • "Confiança, qualidade do trabalho e comprometimento definem uma parceria de sucesso. Para nossos clientes, o nível de qualidade e atendimento precisa ser "excelente" e para tal, a confiança em um parceiro como vocês, é fundamental. Cliente satisfeito é a garantia do nosso sucesso!"

    star5

    Ana Mason

    CEO - Ana Mason Design

  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
  • 6
  • 7
  • 8
  • 9