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O LinkedIn é, sem dúvida, a maior plataforma de networking disponível no mundo digital. Com ela, empresas e profissionais do mundo inteiro se conectam em busca de novas oportunidades e parcerias de trabalho. Por isso, é imprescindível dominar o uso desta rede para se inserir no mercado de trabalho atual.

Uma das funções do estudo de marketing é compreender o comportamento dos consumidores diante do momento de compra. Como, em média, se comporta uma pessoa diante da necessidade de escolher um produto? Quais fatores a levam a decidir entre diferentes marcas? 

Muitas respostas já foram dadas para estas perguntas, e  a verdade é que não existe um modelo concreto, perfeito, de consumo. As variáveis são infinitas, e irão mudar de acordo com aspectos individuais, como gosto, poder de compra, necessidade, instrução, até questões abrangentes à toda sociedade, como classe social, situação econômica do país ou região, aceitação da marca em questão dentro da cultura, entre diversos outros pontos. 

No entanto, alguns modelos conseguem estabelecer um padrão do pensamento básico no consumidor. A empresa norte americana Procter & Gamble apresentou, em 2005, um modelo que se tornou popular nas análises de consumo: o Moment of Truth (Momento de Verdade, ou Momento de Decisão). 

Ele é organizado em três etapas: na primeira, o consumidor percebe a necessidade do consumo. Isto pode ser representado pela fome, no caso de consumo alimentício, por exemplo. O segundo momento foi batizado de First Moment of Truth (Primeiro Momento da Verdade), onde uma decisão entre marcas à serem adquiridas é feita. Quando uma opção é escolhida e um produto é consumido, parte-se para o Second Moment of Truth. Nesta etapa, a decisão anterior é julgada pelo consumidor, que decide aí decide ou não se fidelizar à marca. 

O modelo se tornou popular e eficaz. Porém, passados quase quinze anos, é importante adicionar novos pontos. O mundo digital transformou nossa percepção de realidade e alterou profundamente diversos hábitos sociais, inclusive o consumo. Percebendo isso e munido de dados dos hábitos de seus usuários, o Google adaptou o Momento da Verdade, adicionando um ponto entre a primeira e segunda etapa: o Zero Moment of Truth (Momento Zero da Verdade, ou ZMOT). 

Ele consiste na adição do hábito digital no processo de consumo. Quando o consumidor percebe a necessidade de compra e parte para a escolha de marcas, ele também faz uma comparação online. Isso se dá na decisão do restaurante de almoço no domingo, num novo par de chuteiras e até no próximo carro da família. 

O embasamento online traz uma infinidade de novas variáveis para esta equação de consumo. Em caso de produtos que não apresentam urgência na compra, o preço em lojas online tem forte peso na decisão. Reviews, análises e opiniões também se tornaram mais impactantes do que nunca no processo de decisão, principalmente pelo fato de estarem à poucos cliques de distância do consumidor, na hora da decisão. 

O que se percebe neste processo? Diversas oportunidades de alavancar vendas para lojistas e um grande mercado para aqueles que produzem conteúdo. 

A Netshoes, grande varejista digital do ramo de materiais e vestuário esportivo, investiu fortemente em ganhar clientes nesta etapa. Além de apostar na personalização de produtos na hora da compra online, a loja também investiu numa ação de marketing específica para sair em vantagem entre as lojas concorrentes. 

Quando um consumidor pesquisava por um produto dentro de um shopping, provavelmente visto e experimentado dentro de uma loja concorrente, ele ganhava um desconto na Netshoes. Este tipo de variável é extremamente poderosa na tomada de decisão de um consumidor. 

https://www.youtube.com/watch?v=FMGflAxZaoA

Vemos então que o processo de consumo é extremamente complexo, e leva em conta diversos fatores de decisão. No entanto, num mundo digitalmente conectado, novas oportunidades de alavancar vendas e negócios se tornam possíveis. 

A sua marca pode se beneficiar do Zero Moment of Truth? Reflita sobre o processo de compra de seu cliente.

Você sabe o que é o TikTok?

O TikTok é um aplicativo para Android e IOS, sendo uma plataforma de mídia social exclusiva para vídeos curtos. A rede social é a sucessora do musical.ly e teve um crescimento chamativo no ano de 2018 alcançando a marca de 4º aplicativo mais baixado do ano, superando gigantes como Instagram, Youtube e Snapchat.

O aplicativo possui funcionalidades de edição de vídeo com opções de adicionar trilha sonora e aplicar efeitos no vídeo, como adesivos temáticos, filtros faciais e de ambiente.

Alguns números marcantes da plataforma

No mundo, o número de downloads já ultrapassou a marca de 1 bilhão. Em dezembro de 2018, o app bateu recorde de instalação mensal, com a marca de 75 milhões.

Todos esses dados foram levantados considerando as instalações por meio das plataformas do Google Play, do Android, e App Store, do iPhone, além de estimativas de downloads na China.

Em comparação, no ano de 2018 o número de downloads do Facebook foi de 711 milhões e o Instagram ficou com 444 milhões. O TikTok, no mesmo período, conseguiu 663 milhões de downloads.

Marketing com o TikTok

Qualquer plataforma com números tão expressivos deve ser observada pelas empresas com a intenção de produzir seu próprio conteúdo para o público. 

O TikTok tem um público muito bem segmentado, com a maior parte dos usuários tendo entre 16 a 24 anos, entende-se que o tipo de conteúdo ideal para plataforma são vídeos curtos, engraçados e chamativos para adolescentes. No caso da sua empresa ter a possibilidade de produzir conteúdo relevante para jovens dessa faixa etária, pode ser uma ótima ideia investir na plataforma. 

Apesar do aplicativo já ter conquistado os mercados da China, Índia e Estados Unidos, o TikTok ainda não é tão grande no Brasil. Porém, certamente é apenas questão de tempo até que seja. Com isso, pode se entender uma grande oportunidade para as empresas que possuem a estrutura e capacidade para investir no TikTok, porque poderão se tornar perfis de referência com o crescimento da plataforma no cenário nacional.

 

O Facebook tem a fama, nada exagerada de querer dominar o mundo virtual. Isso ficou claro nos últimos anos, ao adquirir outras redes para o seu grupo, como os gigantes WhatsApp e o Instagram. No entanto, uma novidade envolvendo a rede social de Mark Zuckerberg causou burburinho em um mundo bem real: o sistema financeiro global. Isso porque a rede social anunciou o interesse no lançamento da Libra, uma criptomoeda própria com previsão para 2020. A Libra, criada em parceria a uma Associação sem fins lucrativos também chamada Libra - e que tem como membros nada menos que empresas como Mastercard, Visa, Uber e Mercado Livre - foi anunciada pelo vice-presidente de serviços de mensagens do Facebook, David Marcus. Na ocasião, o porta-voz da empresa garantiu que a Libra não vai formular política monetária ou sequer competir com outras moedas ou com os bancos centrais das nações, mas, pelo visto, outras burocracias podem impedir o lançamento da criptomoeda.

De acordo com o último relatório enviado à Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos (SEC), o Facebook revelou a seus investidores que barreiras regulatórias podem frear os ânimos da criptomoeda, reconhecendo os fatores de risco. O documento informa que "a Libra tem gerado um escrutínio significativo de governos e reguladores em várias jurisdições e esperamos que o escrutínio continue", opinião compartilhada por Mark Zuckerberg.

"Agora, a abordagem é delinear as ideias e os valores que achamos que um serviço deveria ter, deixar um período aberto para abordar questões de reguladores, especialistas e constituintes sobre o assunto e então descobrir a melhor maneira de seguir em frente", disse o representante maior do Facebook.

Na prática, a regulação monetária se preocupa com a base de 2 bilhões de usuários diários do Facebook utilizando uma moeda que, na prática, enfraqueceria as moedas estatais e ameaçando a saúde do sistema monetário de vários países. Entre outras preocupações para a regulação fazem relação ao acesso que o Facebook teria aos dados das transações dos usuários e a possibilidade do aumento de atividades ilegais no mundo virtual, como a venda de medicamentos de uso restrito, bem como drogas e até armas.

Como funciona a Libra
A proposta do Facebook, com a criação da empresa Calibra, em associação às outras grandes marcas como a Mastercard, é atuar em carteiras virtuais utilizadas, por exemplo, para pagamentos e transferência de valores entre usuários do Messenger e WhatsApp. E qual seria o câmbio? Diferente das moedas tradicionais, a Libra do Facebook não será lastreada em somente um ativo, mas, sim em uma lista de ativos mantidos pela Reserva da Libra - diversificada geograficamente - cotados entre divisas fortes como o euro, dólar, iene e libra esterlina, garantindo o grau de investimento auditável, transparente, seguro e descentralizado.

A Libra seria segura?
A privacidade do usuário para estes tipos de transação será garantida pela tecnologia blockchain, incluindo, somente, os endereços públicos dos envolvidos na negociação, bem como o valor e a data com horário, com total privacidade: os dados não serão monetizados, ou seja, não servirão às sugestões de propagandas. Mas o próprio Facebook admite suas limitações ao afirmar não ter "experiência anterior significativa com moeda digital ou tecnologia blockchain, o que pode afetar adversamente nossa capacidade de desenvolver e comercializar com sucesso esses produtos e serviços",

O que nossos clientes estão falando?

  • "Minha experiência é a melhor possivel. O atendimento é impecável!!!"

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    Laura Ganon

    CEO - Fink Mobility

  • "Confiança, qualidade do trabalho e comprometimento definem uma parceria de sucesso. Para nossos clientes, o nível de qualidade e atendimento precisa ser "excelente" e para tal, a confiança em um parceiro como vocês, é fundamental. Cliente satisfeito é a garantia do nosso sucesso!"

    star5

    Ana Mason

    CEO - Ana Mason Design

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