As mecânicas de indexação de páginas em buscadores continuam sendo uma grande forma de classificação do que é um website com bom trabalho de produção e aqueles que sofrem com problemas estruturais.
Ao longo dos anos, muitas coisas mudaram em termos das classificações de websites nos grandes buscadores. A principal bússola têm sido, há um bom tempo, as guidelines do Google para ranqueamento dos sites em sua busca. As principais evoluções têm sido notadamente a adesão de aspectos subjetivos à lista de requerimentos para uma boa classificação.
No entanto, certas questões seguem sendo técnicas e ligadas a uma gestão eficiente da estrutura do site. De acordo com pesquisa do SEMrush, que analisou os principais problemas relacionados a otimização de sites em 2020, erros relacionados a páginas não encontradas pelo servidor, os famosos erros “404”, ainda lideram como grande fator de perda em rankeamento nas buscas.
O número de links quebrados, cuja página de destino não existe mais, também atrapalha profundamente a performance de diversos websites por toda a internet. O trabalho de reaquecer conteúdos antigos, adicionando novos pontos e checando links, ainda é a melhor forma de evitar estes problemas.
O grande problema que buscadores como o Google têm tentado abordar em suas guidelines recentes é a propagação de notícias falsas. Cada vez mais, as determinações têm se tornado mais restritivas à produção de conteúdo sem fontes claras, por páginas que não possuem autoridade no assunto e que não são escritos ou referendados por personalidades reconhecidas em suas expertises.
Este é um problema cuja resolução não é simples, mas deve ser aplicada: produção de conteúdo relevante, utilizando-se de padrões jornalísticos de investigação e que tenham farta utilização de fontes. Aqueles que seguirem este modelo terão o maior potencial de boa classificação em suas arenas.